Saúde

Ciência confirma que crianças vacinadas têm mais risco de desenvolverem distúrbios de aprendizagem!

Quando se trata do assunto vacina, atualmente há dois grupos: os que são a favor, que são a maioria; e os antivacina, que não param de crescer.

O explica o crescimento do grupo antivacina talvez seja o fato de a informação hoje estar mais acessível.

Quer ver mais uma notícia que vai agradar ao grupo dos que são contra a vacina?

Aqui está: demorou muito, mas a ciência finalmente realizou um estudo com crianças que foram vacinadas ao longo da vida.

E, o que muita gente suspeitava, acabou se confirmando: a vacina não tem tanta vantagem assim.

As crianças vacinadas têm maior risco de desenvolver transtornos de neurodesenvolvimento.

A diferença é enorme em relação às crianças que nunca foram vacinadas.

Segundo cientistas da Escola de Saúde Pública da Universidade Estadual de Jackson, Estados Unidos, o risco é 420% maior.

As agências federais e o Centro de Controle e Prevenção de Doenças pareciam pouco dispostos a investir nesse tipo de estudo.

No entanto, uma hora a verdade seria descoberta e publicada.

Estudiosos como Mike Adams e Robert F. Kennedy Jr., do Health Ranger, não ficaram surpresos com a matéria do Journal Of Translational Science, onde o resultado foi divulgado.

É bem verdade que a vacinação infantil previne algumas doenças.

Atualmente, em alguns países, as crianças se submetem a 48 doses de vacina, a fim de prevenir 14 males no corpo.

Todas são testadas antes de serem oferecidas à população.

No entanto, ainda assim, há um “pequeno” risco dessas vacinas causarem um grande estrago na saúde das crianças.

Os efeitos a longo prazo, principalmente quando as substâncias são aplicadas numa quantidade excessiva em um curto período de tempo, é o que preocupa os cientista.

O estudo envolveu 666 crianças. 39% delas não foram vacinadas.

De fato, o grupo de crianças vacinadas tinha um histórico muito mais baixo de varíola e tosse convulva.

Por outro lado, elas eram mais propensas a:

– Autismo, com o risco 4,2 vezes maior

– TDAH, também com risco 4,2 vezes maior

– Dificuldades de aprendizagem, com o risco 5,2 vezes maior

– Eczema, com o risco 2,9 vezes maior

– Rinite alérgica, com um risco maciço 30 vezes maior

Já em relação a outras doenças, como hepatite A ou B, febre alta, sarampo, caxumba, meningite (bacteriana ou viral) ou gripe, não houve diferença significativa.

Ou seja, o estudo mostrou que não há grandes vantagens na vacinação infantil, exceto para proteger contra tosse convulsa e varíola.

E o pior: ainda causa problemas cognitivos.

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