Saúde

O cabelo é uma extensão do sistema nervoso – a razão por que os índios americanos tinham cabelos longos!

Muita gente faz de tudo para manter uma boa aparência, inclusive passar algumas horas de desconforto.

Saltos altíssimos, gravatas apertadas e roupas justas podem ser indesejáveis, por exemplo, mas, para a maioria, também são indispensáveis em muitas ocasiões.

A verdade é que a vaidade sempre esteve presente na história, independentemente do tempo e do espaço.

Você certamente já deve ter lido ou assistido sobre a cultura dos índios americanos, não é?

Eles usavam acessórios belíssimos, cobriam-se mais do que os índios brasileiros, pintavam o rosto e tinham cabeleiras enormes.

Esta, porém, não era uma característica de mera vaidade e é exatamente sobre isso que iremos falar.

Aqueles homens não deixavam o cabelo crescer apenas por beleza ou porque não tinham instrumento para cortá-los.

Nada disso!

O segredo desse mistério só veio à tona durante a Guerra do Vietnã.

Os Estados Unidos enviaram alguns índios jovens para lutar contra o exército vietnamita em matas fechadas, considerando que eles conheciam bem a terra.

A luta foi muito cruel, principalmente por se tratar de uma selva cheia de armadilhas e poucas passagens livres.

O problema é que os índios não estavam conseguindo obter bons resultados, apesar das grandes habilidades de guerreiros que tinham.

Afinal, eles foram recrutados justamente por possuírem tais capacidades.

Os militares, desconfiados, fizeram interrogatórios e, como justificativa, ouviram que o motivo para o fracasso estava no corte do cabelo.

Isso mesmo!

Como eles entraram para as forças armadas, tiveram que cortar o cabelo e, com isso, perderam parte da capacidade sensorial.

Os chefes indígenas explicaram, em outras palavras, que o cabelo longo é um prolongamento do sistema nervoso, o que faz com que as pessoas possam “sentir” melhor a presença de estranhos.

Os militares não acreditaram, acharam que era simples crendice.

E resolveram fazer testes para saber se os chefes indígenas estavam falando a verdade.

Eles dividiram os índios guerreiros em dois grupos: um com cabelos longos e outro com cabelos cortados.

O resultado foi incrível: quem tinha cabelos compridos realmente reagia de forma mais rápida e eficiente aos ataques quando eram surpreendidos.

Esta não é uma questão de fé, mas de ciência.

Os especialistas até chamam de “nervos exteriorizados” ou “fios sensitivos”.

O fato é que o cabelo transmite uma série de informações ao cérebro e ao sistema límbico (unidade do cérebro responsável pelas emoções).

Para comprovar, foram realizados experimentos baseados nas fotografias Kirliam.

As fotos da mesma pessoa diferiam quando eram tiradas com o cabelo comprido e depois com o cabelo curto.

Quando se corta o cabelo, a captação de informações do meio ambiente pelo corpo humano fica prejudicada, como se houvesse um bloqueio.

O cabelo curto nos torna insensíveis às relações de todo tipo.

Não é incrível?

Depois de tudo isso, parece que a história bíblica de Sansão, que perdeu toda sua força quando Dalila lhe cortou o cabelo, é mais lógica e menos metafórica do que imaginamos.

Será?

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