Saúde

“Olha aí o amendoim!”

Boas notícias para os fãs do amendoim: novos estudos mostram que seu consumo regular não engorda e ainda reduz as taxas de triglicérides no sangue, ajudando a prevenir doenças cardiovasculares.

Com concentração proteica semelhante à da soja e altos níveis de fibras e ácidos graxos monoinsaturados, ele também fornece nutrientes como magnésio, folato, vitamina E e cobre – indispensáveis ao bom funcionamento cardiovascular.

Outra virtude da semente é ter uma dose elevada de vitaminas do complexo B e do aminoácido arginina, que melhoram a circulação do sangue, além de apresentar grande quantidade de vitamina E, matéria-prima dos hormônios sexuais.

Vem daí a fama de afrodisíaco.

Recentes pesquisas do Ministério da Agricultura norte-americano provam que o amendoim é tão rico em antioxidantes quanto o vinho tinto e o morango.

O óleo extraído do amendoim contém basicamente gorduras insaturadas (cerca de 80%).

O vegetal, aliás, é o único dotado de um ácido graxo essencial à nutrição humana, o ácido araquidônico, fundamental para o desenvolvimento de fetos e bebês. Também apresenta outros componentes benéficos, como os ácidos linoleico e linolênico.

No Brasil, quase todo o amendoim cultivado atualmente é de uma espécie cujo óleo não se decompõe quando o produto fica estocado.

As novas variedades denominadas alto oleico têm em sua composição ácidos graxos insaturados que, segundo os especialistas, são melhores que os do azeite de oliva.

O ideal é consumi-lo de duas a três vezes por semana, em quantidade equivalente ao que cabe na palma da mão.

Mas atenção à origem do produto, para evitar contaminações por pesticidas e aflotoxina, uma mólecula carcinogênica.

Fonte: Site do doutor Rondó e Revista Planeta

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