Saúde

Para este cientista, não existe vírus da aids e tudo não passa de uma farsa

Você já ouviu falar do professor Peter Duersberg?

Ele é um biólogo da Universidade da Califórnia que tem uma tese muito polêmica.

Segundo o professor, não existe vírus da aids e a doença é na verdade provocada por um desgaste excessivo do organismo, proporcionado por comportamento que degrada a saúde e causa uma superqueda na imunidade.

Pela tese do professor Duersberg, com exceção dos hemofílicos, que adquirem a imunodeficiência por hereditariedade, pessoas que normalmente não cuidam da saúde, como bôemios, prostitutas, presidiários, etc., estão coerentemente vinculados a um “grupo de risco”, por terem, em comum, maus hábitos comportamentais em relação à saúde, podendo levá-los a adquirir a aids.

E o fato de a epidemia de aids ser maior nos países na África, onde a população é predominantemente subnutrida, não seria por acaso pela teoria do biólogo.

Alguns homossexuais, por uma infeliz coincidência, também têm uma vida desregrada em relação a cuidados com a saúde (alimentação ruim, falta de exercícios, noites maldormidas).

E por isso eles também ficam predispostos à aids e a qualquer outra doença.

Segundo o professor , existe uma indústria da aids que, além de impedir a divulgação da verdade, alimenta o terror pela doença com a intenção de ampliar a venda de seus produtos.

Alemão radicado nos Estados Unidos, biólogo molecular da Universidade da Califórnia, o professor Peter Duesberg era considerado por seus colegas um dos maiores virologistas do mundo e foi eleito, em 1986, para uma seleta cadeira na Academia Nacional de Ciências americana.

No ano seguinte, após tornar pública a sua tese, perdeu a dotação da verba de pesquisador emérito (da ordem de 500 mil dólares anuais ) e colocou em risco sua reputação e carreira.

Atualmente, passa metade do ano na Alemanha e, apesar de ter perdido o financiamento para suas pesquisas, conta com o apoio de mais de 600 cientistas de vários países (inclusive o de Kary Mullis, Prêmio Nobel de Química em 1993), que acreditam não existirem provas suficientes para atribuir a causa da AIDS a um vírus.

O professor Duesberg mantém as mesmas posições em relação à sua tese, desde o final dos anos 80 e possui hoje uma página na internet (www.duesberg.com).

Em parceria com seu colega David Rasnick, publicou um artigo na revista Continuum, em 1997, no qual ambos afirmam que as drogas anti-HIV, como o AZT, prejudicam a reprodução das células do sistema imunológico — o que explica o fato de pessoas com imunodeficiência não evoluírem para a cura espontânea e o de portadores do HIV, que também consomem esses medicamentos, desenvolverem a síndrome.

Assista ao vídeo abaixo, que é um debate muito interessante entre o professor Peter Duesberg e outros cientistas.

Depois, continuaremos com mais informações.

O livro “Aids — Verdade e mito, histórias e fatos”, do dr. Jacyr Pasternak, mostra estudos que comprovam a veracidade da tese do professor Duesberg, de que a teoria do vírus é uma farsa inventada e mantida, até hoje, por cientistas ligados a laboratórios multinacionais.

A história da AIDS, conforme o livro, começa em 1981, quando o Dr. Gottlieb, de Los Angeles, passou a observar um considerável número de ocorrências de pneumonia grave, fatais, aliadas a um câncer dos vasos sangüíneos que parecia atingir exclusivamente homossexuais masculinos e, em particular, uma subpopulação desse grupo, denominada fast lane.

Os homossexuais desse grupo chegavam a ter de 1.500 a 2.000 parceiros por ano, o que representa, no mínimo, 4 a 5 relações sexuais por dia.

Considerando o desgaste das excessivas relações sexuais (ainda maior no caso homossexual), aliado aos hábitos deploráveis desse grupo em relação à saúde (vida noturna, má alimentação, uso de drogas injetáveis, álcool, cigarro, etc.), pode-se deduzir a que lastimável estado de degradação física chegavam essas pessoas e o quanto estavam debilitados seus sistemas imunológicos.

Muitos chegavam à fase terminal sem se absterem de seus hábitos.

Outro quadro de deficiência imunológica foi observado em indivíduos da população subnutrida da África e do Haiti.

Casos de imunodeficiência, juntamente com a doença que a acompanhava, eram facilmente diagnosticados, por apresentarem sinais e sintomas típicos e, na maioria das vezes, mesmo na fase aguda, evoluíam para a cura espontânea, com ou sem qualquer tratamento.

Esses relatos fazem parecer óbvio que a síndrome de deficiência imunológica era causada por um desgaste excessivo do organismo, provocado por hábitos que degradam a saúde, ou um “problema comportamental”, termo usado pelo professor Duesberg.

Todavia, como conta o dr. Jacyr Pasternak: “Naquele momento ninguém sabia muito bem qual a causa da moléstia” (isso é incrível!), então, continua ele, “o Center for Disease Control (órgão de vigilância epidemiológica americano) convoca seus pesquisadores e demais sumidades interessadas no assunto, tentando juntar as informações e coordenar as pesquisas”.

Foi no fim de 1983 que, quase ao mesmo tempo, pesquisadores franceses e o grupo do dr. Robert Gallo, dos Estados Unidos, “inventaram” o vírus da AIDS.

Pouco depois, surgem os kits de testes, o AZT e outros medicamentos que dão início à indústria da AIDS.

São mais de 20 anos de controvérsias que propiciaram a formação de uma fortuna incalculável e que causaram milhares de mortes.

Atualmente, pouco ou nada mudou.

O QUE DIZ A OPINIÃO DOMINANTE

O consenso da maior parte da comunidade científica é de que a hipótese de Duesberg deve ser refutada pelas evidências de que o vírus da aids representa uma grande ameaça para a humanidade.

Entretanto, sabe-se que mais de 80% das pesquisas sobre a aids são financiadas pelos próprios laboratórios da indústria farmacêutica que fabrica a medicação anti-HIV.

Diante da falta de entendimento entre os cientistas, o ideal é que as pessoas continuem tomando as recomendações necessárias para não adquirir o “vírus” (?) e cuidem de fortalecer a imunidade, a chave para evitar muitos problemas de saúde.

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